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ANDES- sn (PSTU/Conlutas) assina acordo rebaixado em contradição com as aprovações de greves

10 set

As Universidades Federais brasileiras iniciaram o semestre com enormes mobilizações por seus direitos. Na Universidade Federal do Pará (UFPR), os estudantes aprovaram em assembléia com mais de 500 estudantes, greve em apoio aos técnicos, melhorias na estrutura e por 10% do PIB para a educação.

Na UFAL, as mobilizações crescem, com paralizações, assembléia com mais de 700 estudantes que aprovaram a ocupação da reitoria por melhorias em sua universidade. Em Minas Gerais 10 mil estudantes foram às ruas em apoio à greve dos professores do ensino básico.

Na UFRPE não é diferente, iniciamos o ano bastante turbulento com as denúncias das obras paradas, o sucateamento dos laboratórios, o descaso com os residentes, greve dos técnicos e etc. Na UAST, uma assembléia com os estudantes e professores, decretam paralisação por duas semanas, com vários atos e passeatas, em uma delas, tendo um estudante de letras, coordenador-geral do DCE-UFRPE preso por exaltar indignação com a situação na sua academia (Veja mais detalhes na matéria Repressão na UAST: https://dcerural.wordpress.com/2011/06/11/repressao-na-uast/).Na UAG, os professores e estudantes também se mobilizaram pela estrutura da Universidade e melhorias na educação.

Nesse segundo semestre de aula a ANDES decretou paralisação nacional nas federais com indicativos de greve, pela reinvidicações dos docentes. 19 Universidades já haviam aderido as paralizações, sendo a maioria já com data de indicativo de greve. Algumas universidades já haviam aderido à greve, como foi o caso da Universidade Federal do Tocantins.

No dia 26 de agosto, na sexta-feira, o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições do Ensino Superior (Andes-SN) e o governo federal assinaram, mesmo reconhecendo que o acordo proposto não recupera a corrosão dos salários, a ANDES decidiu pela assinatura do acordo emergencial com o governo, mesmo com a  maioria das ADES do Brasil não terem aceitado as propostas, pois 19 ADES já haviam aceito a greve recusando os 4% do governo.

Infelizmente, o ANDES-sn (PSTU/Conlutas), em contradição com o sentimento de várias bases (que aprovaram greve em suas assembléias) assinou um acordo rebaixado com o governo de 4% em tempo de crise econômica e inflação de 6,5% é roubo! Não aderiram, portanto a greve heroicamente iniciada pela FASUBRA e apoiada por vários DCEs do país!

Nem sequer consideraram a greve da UFPR e da UFT, e os demais indicativos de greves de outras universidades!

TODO APOIO A LUTA DOS PROFESSORES!

POR SINDICATOS QUE REPRESENTEM OS TRABALHADORES!

ABAIXO O SINDICALISMO PELEGO E GOVERNISTA!

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Publicado por em 10 de setembro de 2011 em Atividades do DCE

 

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